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SEU FILHO É NUMERALIZADO?

A matemática não é apenas uma matéria escolar, mas também é de extrema importância na vida cotidiana.

Atitudes simples do dia a dia tais como encher um recipiente, comprar um lanche na cantina e receber o troco, preparar um copo de leite com achocolatado, e até mesmo decidir qual fila enfrentar são ações que demandam que as crianças sejam numeralizadas. Ser numeralizado vai muito além de conseguir aplicar regras matemáticas para soluções aritméticas. É ser capaz de pensar sobre e discutir relações numéricas e espaciais de modo que haja entendimento das formas pelas quais a matemática pode ser usada como meio de comunicação.


Ser numeralizado significa que a criança passou a dominar uma nova linguagem, expressa por números e suas relações. Para algumas crianças, entretanto, pode ser extremamente difícil pensar matematicamente e, essa dificuldade, com certa frequência, é identificada tardiamente (quando é). Muitas crianças podem, por exemplo, ser bem sucedidas em reproduzir regras matemáticas suficientemente para conseguirem média escolar e passarem de ano.


Dificuldades matemáticas podem ou não ser incluídas no diagnóstico de discalculia, sendo este um transtorno de aprendizagem que afeta a capacidade do aluno de compreender o mecanismo da numeração, reter o vocabulário matemático, utilizar corretamente símbolos numéricos e realizar, com eficácia, as operações. Mais importante que o diagnóstico em si é que, tendo sido identificada a dificuldade, a criança receba atendimento especializado que a ajudará a enfrentá-las. De todo modo, o caminho mais curto para a remediação destas dificuldades sempre partem do uso de situações concretas, que sejam mais próximas o possível da matemática utilizada no cotidiano da criança.


Camila Silveira Psicóloga, analista do comportamento

Referências: da Silva, J. G. (2011). Discalculia: ressignificar para intervir na sala de aula. Em S. Sampaio e I. B. de Freitas (orgs), Transtornos e Dificuldades de Aprendizagem: entendendo melhor os alunos com necessidades educativas especiais. Rio de Janeiro: WAK Editora. Johnson, D. J. & Myklebust, H. R. (1983). Distúrbios de aprendizagem: princípios e práticas educacionais. M. Z. Sanvicente (Trad.), São Paulo: Pioneira Nunes, T. & Bryant, P. (1997). Crianças fazendo matemática. Porto Alegre: Artes Médicas.

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